Nada como...


... começar o ano com uma dualidade de sentimentos.

Se é verdade que este ano está a começar relativamente bem, com uma série de coincidências positivas, coroada para já com esta bicicleta que ganhei num sorteio de que nem me lembrava, não consigo deixar de pensar que isto é obra de um qualquer deus da sorte com um sentido de humor muito retorcido que me está a chamar "gordo".

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