Birras, vacas, Pi e mulheres

Altura houve em que, quando alguém que eu considerava meu amigo ou, pelo menos, com quem convivia diariamente, subitamente e sem motivo aparente, começava a afastar-se e eu ficava preocupado em perceber o porquê desse afastamento. Dava-me ao trabalho de ir ter com a pessoa e compreender os seus motivos. 

Agora, não. Não tenho paciência, tempo ou disponibilidade para aturar estas birras ou amuos (porque é o que realmente são). Admiro (e quero conviver com) pessoas que, caso tenha feito algo de errado, me o digam na cara. Somos adultos, os amuos e birras sobram apenas para as crianças. 

Este comportamento tende a ser mais comum nas mulheres, como é o caso que me levou a perder tempo a escrever este post. Descobrir o que motivou esta reacção pode ser algo mais difícil que indicar o último algarismo do Pi (é 6, já agora). Perguntar? Sim, claro que posso perfeitamente perguntar, mas conhecendo a "peça" como conheço, vai ficar mais ofendida do que aliviada por eu perguntar. Assim, e como dizia o meu avô, "segue à frente da vaca que atrás só cai merda".

Comentários

susan disse…
E não é que o teu avô tem razão!!!

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