Quem nunca teve um chefe com este tipo de comportamentos que atire a primeira pedra. Até porque é um sortudo.
Dez coisas que só os maus chefes dizem
Ajuda, encorajamento e confiança são termos estranhos aos maus chefes. Agarrados aos pequenos poderes, vêem a posição que ocupam como um meio de se afirmarem perante os outros, a maior parte das vezes em detrimento de um melhor ambiente de trabalho e maior produtividade. Aqui ficam as dez piores coisas que os maus chefes são capazes de dizer. Amiúde.
Se foi ao Céu e voltou é estúpido. Certamente que o Céu é bem melhor que isto cá em baixo (Terra), certo?
Se veio de lá com uma mensagem e se essa mensagem foi algo como "Ah, ui, as coisas vão ficar complicadas na Terra, vai haver fome e morte e afins", então que vá espalhar essa mensagem para a Casa Pia.
Se esteve no Céu e foi recambiado de volta à Terra é porque o puto não é boa rês. Logo, como é que um gajo pode confiar na mensagem de um puto que esteve com os anjinhos e estes puseram-no a andar lá de cima?
Os putos de hoje (ó p'ra mim armado em cota) não conhecem, nem percebem a magia das cassetes. Muitos nem saberão reconhecer uma se lhe a pusermos à frente. Para eles a música não se materializa numa cassete ou CD (já nem falo num vinil...). É um mero ficheiro, uma coisa invisível, sem tacto, virtual que arrastam, copiam e colam do computador para o leitor de mp3 (ou mp4, ou iPod...). Felizmente, para a malta que andou com o Walkman atrás e que fez a passagem para o Discman existe o Everyone's Mixtape.
A ideia é recuperar o prazer de criar playlists com as nossas música favoritas. No tempo em que se tentava gravar as músicas na cassete, fazendo contas para que a mesma não ficasse cortada no fim do Lado A (ou B). Rápido percebemos que estamos apenas a criar uma playlist, mas só pelo aspecto da coisa (uma cassete a tocar, além do pormenor delicioso dos nomes das bandas e temas estarem escritos "à mão" e de podermos baptizar cada uma das cassetes) vale a pena experimentar.
(...) Amigo - Mas tens problemas financeiros? Eu - Claro que tenho. Amigo (admirado) - Tens? Eu - Sim, tenho. Como toda a gente, ganho menos do que o que mereço.
Tenho um amigo que diz as coisas mais óbvias do Mundo, mas com o condão de ter o pior timing do Mundo. É assim uma espécie de Kramer na minha vida.
Há uns dias caminhávamos pela rua quando pisei bosta de cão. Irritado, pus-me a raspar a mesma no passeio. Ele, observa o acto e solta este: "Sabes, às vezes quando estamos na merda é quando nos saem as coisas mais geniais."
Devia ter um mealheiro destes mas para outras situações. Do género: de cada vez que me deixo dormir, que aturo idiotas, que bebo um café (depois dos habituais cinco por dia), que digo "ok" quando devo dizer "Queres que eu o quê? Vai mas é para o #$#%#!"
Kent Sheely é um artista digital, apaixonado pela fotografia, que se dedica a jogar Day of Defeat. Mas o seu objectivo não é matar ninguém, mas sim, qual fotógrafo de guerra, documentar os combates virtuais. O resultado são fotos surpreendentes pela sua beleza, atendendo que retratam cenários, personagens e conflitos virtuais.
No outro dia, no metro, reparei num puto (com uns 6 anos de idade) que tinha o penteado mais estúpido de todo o sempre. Olhei para a mãe e percebi tudo. Definitivamente há mulheres que não nasceram para ter filhos, mas sim, e apenas, cães.
Já há algum tempo que não via um filme que me mantinha interessado até ao fim. Talvez pela quantidade de trabalho e por escrever guiões, histórias e afins, a meio de uma película já estou a bocejar e uns minutos depois já adormeci com o computador ao colo ou na cama. (Yep, that's how depressing things are around here). Contudo, há umas semanas atrás vi este "Beginners", o qual já tinha debaixo de olho desde que vira o trailer no cinema.
"Sex, Life, Healing, Nature, Magic."
Arrisco a dizer que pela primeira vez a tradução do título do filme, do inglês original para português, acertou na mouche. Apesar de não soar muito bem "Assim é o amor" encaixa perfeitamente como a resposta que daríamos se nos pedissem para definir este filme numa frase. E, de facto, ele é mesmo assim (como no filme). Independentemente da orientação sexual, da idade, do nosso meio, da nossa nacionalidade.
Depois, aspectos mais técnicos do filme, da forma como o argumentista conta a história, são uma autêntica delícia. Brilhante é a palavra que me ocorre. Não é uma comédia. Também não é um drama. É qualquer coisa pelo meio. E felizmente, não a sei definir. Tal como o amor.
... a Comissão de Protecção de Menores já mo teria retirado. Ou vai daí, talvez não... Neste país nunca se sabe e vê-se de tudo.
Trabalho, muito trabalho (afinal é o que se quer) impede-me de escrever como gostaria de o fazer. De qualquer forma, aqui fica um dos "culpados" pela minha "negligência" enquanto pai do The Coiso.