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A mostrar mensagens de Novembro, 2011

Burro sou eu por perder tempo com isto.

Sobre aquela história da revista Sábado e da peça sobre a alegada ignorância dos nossos universitários. Se ao início todos se escandalizaram, pouco depois, surgiram outros tantos (“empurrados” por um dos jovens que respondeu que Miguel Arcanjo teria pintado o tecto da Capela Sistina, e que acusa a jornalista de ter distorcido os resultados e avançar judicialmente contra a mesma e a publicação para a qual trabalha) a criticar a peça jornalística, porque assentava numa generalização e, logo atrelada, lá veio a crítica habitual sobre o mau jornalismo que se pratica cá no burgo. Pois bem, indo por partes:

1 - O rapaz até pode não ser ignorante. Mas é claramente estúpido. Se não sabe a resposta, admitia-o. É mais ridículo estar a tentar justificar-se do que dizer que não sabe a resposta correcta.

2 - Há certos profissionais que, tendo em conta a dimensão da sua actividade, há que medir bem o que lhes dizemos ou ter a devida consciência de que as nossas declarações vão ser usadas por eles num…

Eat shit

Eu como muita porcaria. Refiro-me a comida, claro. Não viria para aqui contar outros aspectos mais pessoais da minha vida, if you know whay I mean... Mas dizia eu que como muita comida que a única coisa que faz bem é mal. Junk food, MacDonalds, Pizza Hut, you name it. Claro que, de vez em quando, lá tenho um rebate de consciência e lá vou comer qualquer coisa mais saudável. Há pouco tempo, uma amiga minha apresentou-me ao intrigante mundo das saladas. Estou a falar daquela cadeia que existem em vários centros comerciais onde se escolhe os ingredientes para a nossa salada.  A verdade é que a comida em causa até não me desagradou. Tanto foi que, dias mais tarde, quando fui jantar com outra amiga, decidi voltar a comer uma salada daquelas. Estava eu sentado na mesa, à espera que ela chegasse com a sua comida, quando colocam em cima da mesa uma tabuleiro onde estava um prato cheio de batatas fritas, arroz e carne, muita carne e com muito bom aspecto. O toque de classe era a bebida escolhi…

Freak

Sempre ouvi dizer que com a idade as coisas mudam. Nas mais variadas facetas. Nós mudamos, as nossas prioridades mudam, até os gostos se alteram. Talvez por isso dou por mim a olhar de soslaio para colectâneas de clássicos da Motown na Fnac ou a jantar uma salada(!). No meio destas mudanças todas, reparei numa no outro dia, sem ter noção que o estava a fazer. Estava a falar com uma mulher e eis que me apercebi que estava a observar-lhe as mãos. Mais concretamente a admirá-las.  Mãos? Lá está. Há alguns anos não perderia dois segundos a reparar nas mãos da minha interlocutora. E, agora, aqui estou eu a fixado na beleza daquelas mãos (e com certeza a passar uma imagem de palerma para a dona delas). Mãos? Hum, quem diria?!

Clash of the Titans

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Se esta não é a melhor actuação ao vivo de todo o sempre, eu chamo-me Hortêncio Serôdio.

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Ódios de estimação #26 e #48

Malta que utiliza a palavra "super" de duas em duas frases. 
Pessoas que usam e abusam da roupa às riscas.

O Sr. Ronson é um génio.

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Regra básica para perceber que aquela relação vai ao charco

Mais depressa emprestas o teu carro ao (à) namorado(a) de meses que ao amigo de anos? Hum hum, pois. Já era.

As cinco perguntas essenciais para quando se conhece uma pessoa:

1 - Como te chamas?

2 - O que é que fazes na vida?

3 - És solteiro(a)?

4 - Preferes o Armageddon ou o Impacto Profundo?

5 - Tens Bimby?

No more, no less.


As três primeiras são da minha autoria e as duas últimas pertinentemente acrescentadas por um geek e um tipo menos geek.

Descarregar e colar na secretária do colega de trabalho de quem não gostamos.

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Belo som

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Princípios básicos do convívio em sociedade (ou Como evitar que alguém faça figura de urso.)

Estou oficialmente a tornar-me cota.

Hang the DJ

Nem sempre soar sempre igual é mau.

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No caso dos The Kooks não é.

You gotta love this job

Hoje foi das dez da manhã até às dez da noite. Sempre a escrever cenas, mas também muitas paragens pelo meio para café (vou ganhar imunidade à cafeína a este ritmo), discutir plots, falar sobre problemas noutras equipas, dar apoio, partir dentes a comer rebuçados, chorar a rir ao escrever uma cena e dizer "Fuck you" em altos berros para o computador. Mas a sensação de desligar o pc e sair do local de trabalho percebendo que se escreveu um episódio do caraças é qualquer coisa impagável.

Nada de correr

Pessoas que se viram para mim e dizem: "Ah, bora lá dar uma corridinha ou fazer um joggingzinho". NÃO! Eu não quero correr! É parvo. O ser humano não foi feito para correr, mas para andar. Senão, porque é que a nossa forma de deslocação de origem é a marcha e não a corrida? Correr é apenas um recurso. Na Pré-História para fugir de tigres dentes-de-sabre e na actualidade para apanhar o autocarro. Párem com isso, porra.

Lista de factos para não correr (e não "fatos", porque soa estúpido como são os tipos que se lembraram de criar o novo AO):
Facto #1: Se queres chegar depressa a um lado... tens transportes públicos e privados. Desde um avião até aqueles ténis parvos (que os putos usam e que têm umas rodinhas e que andam a deslizar de um lado para o outro, dando uma vontade tremenda de os esbofetear). Não corras!
Facto #2: Se fores homem, por favor, nada de calções de lycra justos ou demasiado curtos. Fere a vista das pessoas que andam na rua a fazer a sua vidinha. Se f…