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A mostrar mensagens de Junho, 2011

Sexy?

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Meg White a tocar bateria. É sinónimo de sexy.  Estes dois foram das melhores coisas que a música teve nas últimas décadas.

Mind-blowing

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O segundo videoclip é um mimo ao nível da cenografia e mesmo da história.

As pessoas "comem" tudo.

Tenho a ideia de que com a idade vamos deixando de levar em conta aquilo que nos dizem sobre terceiros. Se quando somos mais novos, o que amigos ou conhecidos dizem de uma pessoa é quase suficiente para a julgarmos ou acharmos que a conhecemos, com a idade vamos percebendo que normalmente as pessoas só abrem a boca para falar mal de terceiros. 
Por isso, é com alguma desilusão que reparo em pessoas que conheço, algumas com (mais do que) idade para ter juízo, que acreditam piamente no que lhes contam sobre outros. Para mim é uma das piores falhas que se pode ter. Não ter espírito crítico, não se questionar, "comer" tudo o que lhe apresentam sem hesitar. 
Pessoas assim... nem sei porque me dou com elas.

Odeio calor.

Eu sabia que o facto de descender de nórdicos se tinha que manifestar em algum lado.

Deste já mais gente se rirá.

Se se rir, os meus parabéns. Tem sentido de humor.

BAT FIGHT with Will Ferrell from Will Ferrell
É que nem toda a gente vai perceber isto.

Tinha que ser. Para muitas mulheres que aí andam.

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Oh, tu és tão chata
Não vês que eu estou com uns amigos
Chega-te mais ali para além
Não deixas ninguém sossegado
Eu estava aqui tão contente
Até chegares tu rapariga
Viraste-te para mim e disseste

Olá, olá, olá
E disseste
Olá, olá, olá.
E disseste
Olá, olá, olá.
E disseste
Olá, olá, olá


Vai ali para o canto
Chega-te para o pé do lago
Não vás para o pé dos passadores
Deixa estar o cão sossegado
Estava um dia tão bonito
E tu tinhas de aparecer
Quando te vi a descer a rua
Chegaste ao pé de mim e disseste

Olá, olá, olá
E disseste
Olá, olá, olá.
E disseste
Olá, olá, olá.
E disseste
Olá, olá, olá


Não andes com o gato de rojo
Não atires gravilha aos pombos
Porta-te bem uma vez que seja na vida
Mas tu não desistes pois não miúda
Eu gosto tanto de viver
O dia-a-dia descansado
Até aquela altura chata
Em que chegas ao pé de mim e dizes

Olá, olá, olá
Em que tu chegas ao pé de mim dizes
Olá, olá, olá.
Em que tu chegas ao pé de mim e dizes
Olá, olá, olá.
Em que tu chegas ao pé de mim e dizes
Olá, o…

Porra da boa música!

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Isto vai bonito...

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3 em 3 noites de Santos. Era suposto ir só uma noite, vá, duas no máximo. E já vai em 3. Hoje é a última noite, supostamente a mais forte de todas. Já decidi que ia ficar em casa. Não saio. Fico em casa, sozinho, a trabalhar. Daqui a pouco já estou a receber sms para me desencaminharem. É certo.
É como nos velhos tempos de Coimbra (e nem acredito que acabei de escrever "velhos"...), sempre que me saía um "Ok, mas vamos só tomar café", era certo e sabido que acabava a tomar o pequeno-almoço na pastelaria lá da rua, às sete da manhã, depois de uma valente copofonia.
Aqui, em Lisboa, ao contrário de Coimbra, as noites de copos  acabam com vistas mais espectaculares.


A sardinha e o sonho.

Não fosse estar de ressaca e juraria que o sonho que tive ontem à noite cheirava a sardinhas. Tudo. Pessoas, objectos, animais e locais cheiravam distintamente a sardinha.

"O Pai da Criança"

Se oiço esta música mais uma vez, mato alguém. 
Isso e não como sardinhas nos próximos três meses.

Pecados destes, sim senhor.

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E como se não bastasse ainda se juntam a gente em condições.

As coisas em que penso quando estou muito bêbedo.

Baseando-me em apenas duas noites de Santos Populares (sendo que a primeira noite cumpriu com a minha tradição pessoal de me "desgraçar" completamente no 1º dia de qualquer evento, seja ele Queima das fitas, festival de Verão ou similar), é com total certeza que afirmo que os Santos só servem para revelar a verdadeira natureza provinciana dos portugueses. Não o digo com um sentido pejorativo. Não é isso. E nem sei até que ponto ser provinciano será algo de negativo. À sua maneira e no seu mundo, também eles são felizes. 
O que me pareceu foi que os Santos Populares são excelentes para ilustrar essa faceta da nossa identidade. Essa faceta que nos revela como óptimos provincianos. Nós, portugueses, não queremos confusões. Não queremos chatices. Não queremos pensar em crises. Não queremos pensar em pobreza. O que queremos, afinal? Comida, bebida, música para bailar e pronto. Somos felizes assim. Não precisamos, nem queremos filosofias de vida centradas no trabalho. Apenas no laz…
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We only write about two feelings: one is the first day of summer when you and all of your friends are standing on the edge of a cliff watching the sun set and being overcome with all of your hopes and dreams at once. The other is when you're walking alone in the rain and realize you will be alone forever.

"Quem canta, seus males espanta."

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Raise your glass...

... quem já teve vontade, em determinado momento, de mandar a família à fava.


Obrigado.

O Portas vai figurar no próximo Governo.

Já tenho um motivo para emigrar.

É o costume.

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