Seriously?

Há gente que ficou mesmo triste pela morte do Saramago. Mas triste ao ponto de afirmarem que vão sentir falta do mesmo e que nunca o esquecerão. Quase como se ele fosse da família. Quase como se fosse aquele tio-avô de Espalharós de Cima, de quem nunca nos lembramos a não ser, claro, quando morre.

Eu, quanto muito, lamento pelo desaparecimento de um Prémio Nobel. Da pessoa, honestamente, não vou sentir falta nenhuma. Ah! E também não me vão ver nas próximas semanas com um qualquer livro dele nas mãos.

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