Resquícios de uma noite desgraçada

Mais uma despedida de solteira no curriculo. Soft, mas que deu para confirmar a teoria de que sair à noite requer um certo treino e rotina de jogo. Isto de estar sem fazer noitadas por longos períodos é vivamente desaconselhável... que o diga a minha cabeça.

Não tenho tino nenhum na cabeça. Quantas vezes repeti para mim mesmo que não ia misturar bebidas? Resultou? Nada. Uma pessoa deixa-se entusiasmar e quando dá por isso já lá vai... E já que lá vou, deixo-me ir.
Depois de andar para aqui com pedidos, ontem conheci uma fisioterapeuta! "E então?" Então nada, que "não lhe passei o mínimo cartão", ao ponto de ela comentar para um amigo meu, "O teu amigo é um bocado calado, não é?". Humm, por acaso não. Quem me conhece sabe bem que não. Mas atendendo ao facto de estar na pista de dança de uma discoteca, com música do mais azeiteiro conhecido pelo Homem a tocar e ainda com o álcool a arrasar-me com os neurónios que ainda habitam a minha cabeça estava à espera que eu tivesse uma conversa sobre o quê? Quando sei que não tenho nada de inteligente e logicamente coerente para dizer, não digo! Prefiro passar por gajo calado do que por gajo parvo.

Agora, com licença que vou ali acabar de beber mais uma garrafa de litro e meio de água...

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