A descoberta da massagem

Esta semana comecei as sessões de fisioterapia. Veredicto? Muito bom! Quer dizer... não quero estar para aqui a clamar aos sete ventos que toda a fisioterapia é maravilhosa. A minha é. Mas de certeza que existem tratamentos dolorosos. Até porque existem aparelhos na sala que parecem reedições de aparelhos de tortura do séc. XII.

Mas, como escrevia... a minha fisioterapia é santa. Fazer gelo durante um quarto de hora e depois... depois uma espectacular massagem! E "massagem" é a palavra a reter aqui. Agora percebo o que é ser-se massajado por um profissional (Hey! Atenção! A massagem cinge-se à perna esquerda, do joelho para baixo. Não fiquem com ideias). É, seguramente, a melhor parte da sessão. Depois vem a parte do "faça força", "agora levante o pé", "baixe", etc. Por fim, mais gelo ou vou "dar um passeio" (caminhar, de um lado para o outro, ao longo de um corredor de cinquenta metros sem qualquer apoio).

"Então e as fisioterapeutas?", oiço eu lá do fundo, da ala masculina. Bem, a mim calhou-me uma fisioterapeuta. É bastante simpática e gira. E também a mais experiente.

Um facto deveras perturbador é partilhar a sala de fisioterapia com outros utentes, a grande maioria de idade avançada. Fico, portanto, com uma ideia do que me espera e de como todos nós vamos acabar. E deixem que vos diga, não é bonito.


Nota: Adicionei novo critério ao meu modelo de mulher ideal. O novo requisito é ser fisioterapeuta! Pronto, basta saber fazer massagens! Por isso, se for do vosso conhecimento alguma fisioterapeuta simpática, inteligente, gira e com sentido de humor, por favor apresentem-ma.