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A palavra a elas...

Após achar curioso o tema deste post, dei-o a conhecer a uma amiga minha. A resposta dela é reproduzida em seguida:

"O que uma mulher espera de homem Não é difícil encontrar um homem, difícil é encontrar um que preencha todos os requisitos. De qualquer forma, algumas coisas penso serem transversais naquilo que procuram: Beleza – Ao contrário dos homens nós mulheres, conseguimos dormir com um “feio”, sendo que um homem pode captar tanto ao mais interesse que um homem bonito se possuir qualidades como: bom humor, atitude, cavalheirismo, etc. Personalidade – Homens com iniciativa são valorizados, ou seja HOMENS que não colocam sob a nossa alçada atitudes que deveriam masculinas. Saber agir como HOMEM no momento certo é uma virtude e uma raridade. Bom-senso – um Homem deveria entender que é impossível continuar a ter vida de solteiro quando se assume uma relação. Sensualidade – bons modos, cavalheirismo, charme, simpatia enquadrados numa boa dose de “taradice” caem bem em qualquer homem. No …

Há coisas que realmente não consigo entender...

... uma delas é mesmo aquelas pessoas que se andam sempre a queixar que a vida está mal, andam a contar os trocos, andam com falta de trabalho, whatever... e depois, mudam num ápice de assunto para temas como o próximo telemóvel que vão comprar, as férias que vão fazer, a jantarada a que vão dali a uns dias.


Será que já inventaram uma forma para multiplicar o € (sem ser falsificar, claro) e eu ando para aqui feito parvo a poupar?

Informação perfeitamente inútil

Dei por mim a reparar que nunca tinha namorado com uma loira. Isto significará alguma coisa?

Gamado

Acredito que deve haver alguma forma de as pessoas descobrirem/perceberem quando temos dinheiro. Só pode. 


Só assim consigo justificar ter pago €10 por umas porcarias de plástico para colocar nos óculos! €10?!


Para a próxima enrolo as hastes em fita cola que faz o mesmo efeito.

Sucintamente...

ODEIO NEVE!


Pior que a neve só mesmo o gelo. Aquele que se forma nas estradas e no chão, claro.

Dá...

... para ser amigo de uma ex-namorada?


E a resposta é: "No way, Jose!". Isso é coisa de filmes. Nomeadamente, comédias românticas.

Chamem-me mau...

... mas eu desconfio que alguns idosos se fazem valer dessa condição para passar à frente das restantes pessoas nas filas.


Porque, depois, quando lhes chamamos a atenção (se chamarmos porque a tendência é até para ficar com pena e não dizermos nada...), fazem-se sempre desentendidos.


Sem esquecer que quando entramos no seu território, eles tendem a não achar piada nenhuma.

E com os primeiros nevões chegam também...

... as primeiras reportagens parvas sobre a neve.


Jornalista Então o que é que acha da neve?
Pai de família (debaixo de tantas camadas de roupa que mais parece o boneco da Michelin) É bonita! Isto fica tudo bonito.
Jornalista E o que é que têm feito?
Pai de família Atiramos bolas de neve uns aos outros, fazemos ski, fazemos "sku", quando caímos (ri-se sozinho, parando de ser rir quando repara que o jornalista não se ri da sua piada...) Coisas assim do género...
Jornalista E foi difícil chegar cá acima?
Pai de família Não. Estivemos três horas fechados no carro e mais quatro parados porque a estrada estava cortada. Mas nada de mais. Também nos íamos enfaixando pelo menos três vezes em três pinheiros diferentes porque a estrada estava gelada, mas fora isso correu tudo bem...
Nota: Este diálogo é completamente fictício, mas poderia não o ser.

"Broken Social Scene is the best band in the world"

Foi alguém que escreveu no You Tube. Mas eu concordo, plenamente.

Flagrantes da vida real

Episódio verídico o que se segue.
Ela – Ah! Que cãozinho tão giro! Tens um cão novo! Eu – Não é meu. É da minha mãe. Ela – E como se chama? Eu – Cocas. Ela – Oh! Lá estás tu com as tuas brincadeiras parvas com as drogas. Que nome mais parvo! Eu – Não. O cão chama-se mesmo Cocas e quem o baptizou foi a minha mãe. Ela – Ah! (silêncio) Mas é um cão lindo! Eu – Não é bem um cão. Eu acho que ele é mais um roedor. Ela – Um roedor? Porquê? Eu – Porque rói tudo o que apanha à frente. Ela – Mas agora até está sossegado... Eu – Pois está. Porque está a roer a tua mala...

Não pode!

Morreu Leslie Nielson! Fogo, parte da minha infância foi à vida neste momento. Leslie Nielson deveria ser eterno.

O jornalista palhaço

Sobre isto só tenho a dizer o seguinte. A flash-interview serve para se falar do jogo. É uma "flash" (logo, muito curta) entrevista para obter as primeiras reacções após o jogo. E só do jogo. Mas, infelizmente, há muito profissional (se é que lhe podemos chamar assim) que não tem postura nem sabe o seu lugar. São cães esfomeados que passam por cima, não só dos colegas, como dos próprios entrevistados para conseguirem protagonismo. O Jorge Jesus podia ter-se limitado a responder que... não respondia, mas não consigo deixar de sentir que o jornalista estava a esticar a corda para ver até onde ela ia sem rebentar. Se queria abordar as questões extra-jogo, tem sempre a conferência de imprensa. Se queria armar-se em protagonista, então estava no palco certo, com direito a directo e tudo. Infelizmente, apanhou pela frente alguém que não aturou a sua atitude sobranceira e que o deixou a fazer figura de palhaço...

Os portugueses e a sua difícil relação com os prémios.

Uma das novelas da TVI conquistou um Emmy (um dos mais importantes galardões mundiais da área do entretenimento). À partida isto poderia soar a piada, ou dar origem a muitas. Mas não. Não o é. Não é uma piada nem dá azo a piadas. Curiosamente (ou não, diga-se), a distinção foi recebida como um saco de areia, daqueles do boxe, onde muita gente gosta de dar pancada. Pancada e da gratuita, porque a maior parte das pessoas que desdizem da telenovela “Meu Amor” fazem-no gratuitamente, sem qualquer argumento fundamentado e, certamente, sem conhecimentos ou capacidades técnicas para fazer criticas construtivas. É certo que, em produtos como as telenovelas, o público é que dita o sucesso da mesma. Se gostam ou não. Mas neste caso em concreto, nesta novela, como explicar o sucesso de audiências e o facto de o último episódio ter sido visionado por mais de 1.7 milhões de telespectadores? É má, mas consegue estes números? Há aqui qualquer coisa que não dá para compreender. Quer dizer... até dá. …

Descobri esta série recentemente...

... mas estou absolutamente viciado. Muito bem escrita e com personagens memoráveis (não é assim que todas as grandes séries de humor deveriam ser?). Chama-se "Outsourced" e mostra as peripécias porque passa um jovem norte-americano que é enviado (à força) para a Índia e, assim, gerir o call center da empresa. A partir daqui está criada a premissa para uma série de situações hilariantes que andam em torno das diferenças culturais entre ocidentais e orientais, a actualidade mundial (crise internacional e desemprego),  sátira ao american way of life e outras questões que surgem a quem tem como local de trabalho uma empresa.
É uma excelente série. E é aproveitar porque está ainda na primeira temporada.
Fica o "trailer"...

Durante uma semana...

... só andei de transportes públicos ou à boleia em automóveis de outrem. Conscientemente e voluntariamente não poluí a atmosfera e fiz o que os ecologistas e defensores da Natureza pedem. 
Conclusão?
God I miss driving!

Truques & Dicas...

... para percebermos que já não somos uma prioridade na vida dos nossos pais.
#1 - Quando voltamos a casa dos nossos pais, o cão tem direito a aquecedor. Nós não.

A versão original...

... adoro-a. Mas esta remistura está fantástica.

The Chemical Brothers - Swoon
(Lindstrom and Prins Thomas Remix)

Cheira-me a grande comédia a caminho...

Normal?

Saí do cinema há poucos minutos. O filme foi escolhido sobre "pressão", chegámos sem ideia de qual queríamos ver e escolhemos "The kids are all right" já em frente à rapariga da bilheteira, fiados que era uma "comédia" como dizia o panfleto do cinema com as sinopses dos filmes em exibição. Bem, tem uns laivos de comédia, mas não é uma comédia "pura e dura", tem muito de drama. Mas o que me fez escrever foi o facto de o filme conseguir gerar discussões. Afinal, trata-se de um casal de lésbicas casadas que decidiram recorrer a um banco de esperma para engravidar, tendo cada um delas um filho. Anos mais tarde, os filhos decidem encontrar o seu pai biológico. Para saber mais, vão vê-lo. Vale a pena. Annette Benning e Julianne Moore são dois nomes grandes e as moçoilas têm para lá o Mark Rufallo que, tendo em conta a quantidade de suspiros femininos que se ouviam pela sala de cada vez que ele aparecia, parece colher grande simpatia junto do mulherio.

Eu conheço...

... pessoas assim. A sério que conheço.

Ouvir isto...

... numa pista de dança completamente às escuras e cheia de fumo devia ser considerado uma droga ilícita.

O que me lixa mesmo na greve de amanhã...

... é lixar-me um potencial date (bem... a very maybe potencial date...).

Como...

... passar um dia a escrever 23487329847385723957239572935293 emails e não perder o tino. Eu sei. Ainda hoje o fiz. Mas não digo qual o segredo. 


Sou adepto do "If you're good at something, make sure you are paid for it".

Algumas fotos do workshop

Imagem

Não haja dúvidas...

... com uma máquina digital nas mãos, qualquer um pode fazer boa figura e passar por entendido na matéria. Mas nada como um fim-de-semana inteiro ao lado de um dos melhores fotógrafos nacionais para se levar tal banho de humildade que cada foto que se tira parece sempre uma autêntica merda. Mesmo se antes olhávamos para a mesma e até pensávamos, "Ena, até ficou fixe!" Nada disso, agora. Basta passar-lhe a máquina para as mãos e ver o resultado final para ver quem é que domina. De qualquer forma é uma experiência bastante interessante, até pelo facto de, não só aprendermos técnicas novas, mas também passamos a fotografar de diferentes perspectivas.
O objectivo do workshop era criar um díptico (duas imagens) que representaria uma o passado e outra o presente, mas que tinham também que transmitir uma relação entre ambas. Parece mais fácil do que é. Principalmente após ver alguns exemplos de grandes nomes da fotografia. No início sentimo-nos um pouco às aranhas, mas com o tempo, …

Nota mental

Workshops de fotografia são sempre giros. Sempre. Principalmente quando se realizam ao ar livre. Mas... não esquecer para a próxima... realizados no Inverno, com temperaturas baixas, vento gélido e chuva constante perdem alguma piada.


E amanhã (hoje, domingo) há nova dose.

Deviam passar isto na Cimeira

Agora percebo a expressão "brinquedos para adultos"

Eu quero um carro assim para o Natal.

Já falta pouco. Mesmo muito pouco.

Olha que novidade...

Mas ainda alguém acredita nisto? Se me dizem que as utilizam como acessório, como utilizam um relógio ou outra qualquer pulseira, ainda é naquela. Agora, acreditar nas energias quânticas e pardais ao ninho é porque se é mesmo ignorante...

"Tu não existes"

Hoje devo ter batido o recorde do Mundo, do Guinness ou whatever de indivíduo que ouviu mais vezes a frase acima, no mais curto espaço de tempo.
Como o fiz? Com exemplos desta qualidade.
Eu + moçoila com quem eventualmente talvez qualquer coisa aconteça caso haja um alinhamento de astros e outros eventos que acontecem uma vez por século + concerto com sala cheia e banda a tocar = tirada de The Coiso: "Olha, sabes. (gritado ao ouvido da moça) Consigo ouvir-te mascar a pastilha!"
"Tu não existes!"
Pois, mas era verdade. Eu ouvia mesmo o mascar da pastilha.

Eu não acredito em bruxas, mas que as há...

... não há. Eu sei. Só precisava da porcaria de um título para isto. E, como imaginação é coisa que eu comprava, por esta altura, se ela houvesse à venda (visto que a minha anda pelas ruas da miséria, nem é da amargura, é mesmo miséria) foi o melhor que me ocorreu. Mas, também, são três e tal da manhã e não se pode exigir grande criatividade a ninguém tendo em conta que essa actividade necessária ao bom funcionamento do cérebro humano (yeah, right...) que dá pelo nome de dormir, tem andado arredada da minha agenda.
Agora, depois de ter estado num bonito exercício de enchimento do fumeiro até aqui, lá vou falar sobre o que realmente queria falar, mas que, estupidamente, ainda estou para aqui a divagar. 
Eu não acredito (a sério) em coisas como sorte, azares, etc. Pura e simplesmente considero que são questões aleatórias. Um gajo joga no Euromilhões e tanto pode ganhar (ter sorte) como não ganhar nada (ter azar), mas não existe algo que consiga fazer com que tenhamos mais sorte ou mais az…

Eu gosto do meu trabalho...

Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho.
Gosto tanto que não me chateia nada, no final de mais um domingo, e com uma dor de dentes que só me apetece ir à garagem buscar um martelo ou um alicate para arrancar o maldito dente, e me dizem que é preciso ter uma estrutura e alguns textos prontos para segunda-feira. E, assim, cá estou eu alegremente, madrugada fora, com uma dor de dentes que se deve aproximar das dores de levar com um TIR na boca, em frente ao pc.
Onde é que eu ia? Ah, pois...
Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. Eu gosto do meu trabalho. ...

Profissão a acrescentar...

... à lista de profissões em que um tipo diz, com bastante desdém, "Eu devia era ter ido para...":


Advogado.


Ah! E obrigado pelo IVA a 21%. 


Já faltou mais para me vestir de negro e ir, daqui a uns dias, atirar pedras para a Cimeira da NATO e culpar o capitalismo desregrado.

Quando me perguntam...

... se terei problemas em ter determinada idade, geralmente digo que não. Agora descobri que andava a mentir. Vou ter problemas quando andar na casa dos 50. Há ali qualquer coisa que atrofia uma glândula qualquer no cérebro que faz com que pessoas dessa idade tenham comportamentos e atitudes mais comuns em crianças. Só assim se entende que, por vezes, eu pareça trocar de lugar com os meus pais.

Balão de oxigénio

Sempre gostei da expressão "balão de oxigénio". Não sei muito bem porquê, mas desconfio que seja pelo facto de estar sempre associada à ideia de uma segunda oportunidade, de algo que nos ajuda a recomeçar ou terminar algo.
Hoje vou buscar o meu "balão de oxigénio".

Estudante outra vez

Não sei se é um hábito comum de quem andou no Ensino Superior, mas continuo a trazer o meu cartão de estudante na carteira. Já não serve para nada, nem sequer para utilizar como cartão multibanco. A verdade é que acho que o mantenho comigo porque me traz uma série de recordações, histórias, entre outras coisas de quatro anos sem igual em Coimbra. Curiosamente, passam agora quatro anos que terminei essa fase da minha vida. 
Ontem, enquanto estava na fila para comprar o bilhete, apercebi-me de que a maior parte do pessoal em volta, segurava na mão os seus cartões de estudante. Não sei bem porquê, mas lembrei-me de tirar o meu da carteira, olhar para a foto (uma espectacular fotografia onde oscilo entre o ar de alguém que acabou de acordar com ressaca de uma noite de copos e um perigoso serial killer a monte) e pensar: "Bem e porque não?" Quando chegou à minha vez, coloquei o cartão com o dinheiro em cima do balcão e, para meu espanto, devolveram-me um bilhete de estudante (em v…

Por falar em recepção ao caloiro

Ontem fui com um amigo meu assistir ao concerto dos Orelha Negra. Amigo esse, casado. A dada altura, virou-se para mim e, esfregando o dedo onde tinha a aliança de casamento, disse: "A aliança está-me a fazer comichão". Não consegui deixar de soltar um sorriso e responder: "Estou a ver que sim". Ele devolveu um, "Não, é mesmo verdade. Está-me a dar comichão". 
Olhando em volta deu para perceber porquê. É mesmo tramado ser homem. Mesmo que a cabeça tenha juízo, o sacana do corpo atraiçoa-nos. :)

Orelha Negra live

Já tinha escrito algures ali para baixo, que o álbum dos Orelha Negra, e o próprio colectivo, é das melhores coisas que surgiram este ano em termos musicais. Ontem tive oportunidade de os ver ao vivo. É... qualquer coisa! Apesar de o local do concerto não ser o mais indicado (uma Recepção aos Caloiros), é impossível ficar indiferente ao talento que emana do palco (ena, que poético!). Fantástico. Uma banda a ver ao vivo sempre que possível. De preferência num clube ou espaço mais pequeno.
Para quem não sabe do que falo (shame on you!) Aqui fica uma amostra (a qualidade não é a melhor, mas é difícil arranjar vídeos de actuações ao vivo em condições).

Esta semana está a render.

"Tu só gostas de mulheres complicadas". Então não está?

Ontem...

... conheci o bebé mais simpático do Mundo. Nada de choros, birras, etc. Chama-se Gonçalo e dá hi5's! How cool is that?

Nem acredito que acabei de escrever isto...

"Concluindo, matarem-se atirando-se de um penhasco (até pode ser em modo cliché, de mãos dadas) é não só a forma de suicídio mais real como também a mais barata."

Questão estranha (eu sei)*

Que motivos pode levar alguém a cometer suicídio?
Não, não estou a pensar cometer um. Não me dá jeito. Preciso de uma resposta, mas por motivos profissionais.
* Aliás, o facto de não saber a resposta à pergunta é, por si só, bom sinal. :)

Awesome

Crystal Castles ft. Robert Smith - Not in love

Sempre que oiço falar...

... em "boys" do PS e, pelos vistos, agora, nas "girls" do PSD (Santana Lopes, who else?) não consigo não me recordar disto...



E logo a seguir lembro-me disto. Porque me faz lembrar uma qualquer república das bananas, como esta em que vivemos.

Eu não acredito...

... em "destino", "karma" e outras coisas que tal. Mas, por vezes, há situações que me deixam a pensar. Nalgumas, fico a pensar que, a existir uma "entidade" que seja o "destino" ou whatever, terá seguramente um sentido de humor retorcido.


Só isso explica que as injecções que tive que andar a tomar no pós-operatório se chamem "Lovenox". 


Seriously?

One day*...

Já demasiadas pessoas conhecem este blog. Demasiadas pessoas que me conhecem. Algumas, confesso que gosto que leiam este blog, outras é-me indiferente e ainda outras, se os blogs pudessem, de alguma forma, matar... pois, estão a ver a ideia.
A questão é que, independentemente disso tudo, já dei por mim a pensar duas vezes quando vou escrever determinados posts. Ou melhor, sobre determinados assuntos. A ideia inicial, quando criei este espaço, era falar (isto é, escrever...) sobre tudo o que me desse na real gana. Na altura, nem pensei se o manteria no anonimato ou não. Foram tempos em que havia alguma febre em torno daquela então coisa espectacular que eram os blogs e toda a gente tinha um. Hoje, penso que apenas este se mantém activo do grupo de amigos que decidiu entrar na blogosfera. 
Eu próprio já o mostrei a algumas pessoas, outras acabaram por descobri-lo e outras, saberei lá eu um dia, não faço a mínima ideia de como cá chegaram (recordo que falo de pessoas que me conhecem pessoa…

E ontem...

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... lá estive até às 3 da manhã em frente ao pc, para ver online. "the fastest talk show ever" (ou "Show Zero"), protagonizado por Conan O'Brien. Uma espreitadela no que será o seu novo programa, "Conan". Se nos fiarmos no que é mostrado neste prelúdio, não haverá espaço a novidades. Vai manter-se a estrutura a que nos habituou no seu "Late Night". 
Monólogo - Sketch - Entrevista convidado - (eventual) Sketch - Entrevista segundo convidado - Actuação banda convidada e fim.



Fiquei algo desiludido. Pensei que a mudança para novo canal (no cabo) desse a oportunidade de experimentar coisas novas. Claro que, em equipa vencedora não se mexe e no prime-time norte-americano há que agradar a milhões (que vão trazer os outros milhões... de dólares) e não há espaço a grandes experiências. 
Para quem não viu o "Show Zero", aqui está. Muito boa a ideia de realizarem o "talk show" num cenário no budget.

Estaremos a falar da mesma coisa?

"O livre vai ser marcado na projecção do vértice da área."
Jornalista da TSF no Académica-FC Porto.

Críticas e opiniões

Que levante o braço quem, pedindo uma opinião a um terceiro sobre um trabalho, levou com um "Tá fixe". Para mim, confesso, não há nada mais frustrante de que receber críticas tão elucidativas como "Ya, tá fixe", "Gosto", "Tá nice" e por aí. Depois de perder horas e consumir avidamente neurónios em torno de um projecto, trabalho, o que quer que seja, penso não existir ninguém que não goste de conhecer a opinião de outrem sobre aquele trabalho que tanto exigiu de nós. É óbvio que as pessoas que emitem aquele tipo de apreciações nem o farão por mal, porventura, até estarão a ser honestas. Mas, confesso que sou mais adepto de críticas construtivas e opiniões pertinentes. Nada me desanima mais do que levar estas autênticas "bofetadas opinativas". É óbvio que, sobre determinados aspectos/assuntos, as pessoas não tenham conhecimentos para dar uma opinião válida. Se um amigo meu, médico, me perguntar o que acho daquela intervenção cirúrgica es…

Jay Kay a mostrar que é tão rico que mete nojo e olhem para o meu novo helicóptero verde e espectacular que mostra que sou tão rico e que até me posso dar ao luxo de ter o meu Porsche Carrera clássico a fazer piões na terra batida...

É basicamente esta a ideia do videoclip do single dos Jamiroquai. Não fosse a música espectacular e ias ver para onde te mandava...

2:25 do melhor humor australiano

O sketch final ("Hi 5") é genial.

Eu vou começar a adoptar mais frequentemente esta atitude.

Ai vou, vou.

Conflito de Gerações.

Estive num, por estes dias. 
Revia eu o Episódio VI da Guerra das Estrelas (O Regresso do Jedi) quando um puto de doze anos vê um ewok no ecrã e diz: "Olha, o Bruno Aleixo!"


É possível...

... uma pessoa sentir-se sozinha, estando rodeada de pessoas?


Sim, é. Descobri-o hoje.

Estou hipnotizado por esta música

Ó Brandon, está lá quietinho e volta lá a fazer álbuns com os teus camaradas.

Terapia de choque

Após apenas três dias no hospital, dizem-me "Fogo! Estás mais magro!". O que me leva a concluir: esqueçam dietas milagrosas , Drs. Tallons, Corporaciones Dermoestéticas, lipoaspirações, desporto e outras tretas... Uma semaninha a mamar soro na veia e adeus aqueles quilinhos a mais.
Uma forma bastante persuasora para nos fazer levar um estilo de vida mais saudável é fecharem-nos uns dias num hospital e colocarem-nos em contacto com os doentes. Após o primeiro dia, já se fazem juras de exercício físico eterno e promessas de amor às leguminosas. 
Aliás, esta "terapia de choque" deveria ser aplicada noutras situações. Agarrar em tudo o que era jovem delinquente e proporcionar-lhes uma estadia de alguns dias (nalguns casos semanas) num estabelecimento prisional para ver se não passavam a piar mais fininho.
Outra possibilidade era meter todo o pessoal que fosse apanhado com álcool ao volante ou em excesso de velocidade a fazer trabalho comunitário em centros médicos com vít…

Mas tu queres ver...

Outra (extremamente) boa notícia, hoje? Mas tu queres ver que a sorte anda a mudar para estes lados e ninguém me avisou? Um amigo meu é crente na teoria dos ciclos. Isto é, ora passamos por ciclos bons, ora levamos com outros não tão bons (que é o mesmo que dizer "maus"). Não estou muito convicto da validade desta teoria. Mas se as coisas continuarem assim, sou forçado a dar-lhe razão.

Eu devo ser parvo...

... porque um dos meus maiores sonhos estará, por estes dias, para se concretizar.


Aviso à navegação:
Estou completamente acagaçado. Mas, who cares? That's what I want!


Adenda: Não. Não vou ser pai, nem me vou casar. :)

Mais um capítulo da saga

E pois parece que está a decorrer novo episódio desta saga. Há alguns dias voltei aonde (não) fui feliz, como diz o outro. Desta vez, não para meter coisas, mas para as retirar, que eu ainda sou um gajo novo e os meus ossos "ainda estão em crescimento" (A sério, minha senhora? Até que idade é que um tipo continua a crescer então? É que já sou bastante grande e era uma chatice continuar a crescer...).
Mas lá estive mais uma vez no hospital, de cirurgia marcada, para, e isto não é piada, perder parafusos. Mais concretamente cinco. E uma placa. Desta vez foi bem mais soft. A intervenção era mais simples. Basicamente, cortar, desaparafusar e fechar. 
Mais uma vez não tive sorte. E lá voltei a partilhar a enfermaria com duas moto-serras humanas. O que valeu é que desta vez fui devidamente prevenido com o leitor de mp3, o que sempre serviu para atenuar a coisa. A parte mais chata é mesmo o tempo sem fazer nenhum. E também não ajuda nada, ao olhar em volta, e ver velhinhos desejosos …

Chamam-lhes os "Strokes portugueses"...

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... acho particularmente exagerado, mas que, aqui e ali, há pontos em comum é verdade. Gosto bastante das suas letras. Sobre eles, (mais precisamente sobre o segundo álbum "Pequeno-Almoço Continental") escreveu Jacinto Lucas Pires:


O facto é que Os Pontos Negros aceleram-nos corpo e espírito, ontem como hoje. Esta música está mais crescida mas continua fresca. Esta música, ou não sei como lhe chame, faz sem esforço aquilo que tanta gente parece andar a dar a alma para conseguir: a fusão perfeita (tão perfeita que quase nem se dá por ela) entre guitarras eléctricas e a tal coisa tradicional portuguesa. Não é à toa que gritam “se o Variações fosse o meu barbeiro!”. Se gritam, é porque podem.
Esta música está diferente, sim, mas continua fiel à sua novidade. Aqui brincando com uns quantos vampire-weekendismos, ali reciclando todo o magnífico material inútil. Aqui com doces punkadas guillul, ali com pops de olhar para cima, dançar na luz.


Para comprovar ouvindo aqui este "Du…

Make no doubt about it

As pessoas são uma desilusão. 
Até que me provem o contrário, é nisto que eu acredito.

Acontece a toda a gente

Acordar com uma determinada música na cabeça e não saber muito bem porquê. Hoje, acordei com esta.


Tropecei em...

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... Zooey Deschannel quando vi "500 Days of Summer" (na verdade já a tinha visto na adaptação cinematográfica de "The Hitchhicker's Guide to the Galaxy", mas nessa altura não ficou, digamos... tão debaixo de olho. Enquanto nerd, fã da saga, andava mais atento aos pormenores da adaptação do que propriamente à actriz...What?). Alguma pesquisa sobre o filme e protagonistas e descobri que além de actriz também é cantora e faz parte de um duo intitulado "She & Him". Algumas escutas com recurso à Internet e o interesse esmoreceu. Agora, consegui fazer com que me chegassem às mãos os dois álbuns da dupla, "Volume One" e "Volume Two" (Hey! Não é fácil arranjar nomes espectaculares para álbuns, ok?). Mas o que realmente interessa é escutar. É folk, é country. Com a voz doce de Deschannel a derreter o ouvido mais duro. Fiquei fã. Ler aqui e ouvir aqui.

Say good bye...

... "etiquetas". Acabaram-se as etiquetas aqui neste blog. Experimentei e percebi que não gosto de "compartimentizar". Ideias, desabafos, parvoíces. Não são para colocar em compartimentos. É para andar tudo à solta. Já "compartimentizo" em demasia noutras coisas. Aqui não será assim.

No banco

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Como qualquer miúdo, também eu passei parte significativa da minha infância e adolescência a correr atrás de uma bola. E aos pontapés à mesma. Chama-se a isto futebol, pois claro. Com o avançar da idade, nomeadamente nos tempos de faculdade, as peladinhas (jogos de futebol entre amigos) foram perdendo importância e, hoje, o futebol limita-se a algo que vejo na televisão e que "treino" no FM. Depois destas consideráveis linhas a encher chouriços, o que aqui quero dizer é que, apesar de não jogar futebol, continuo completamente apaixonado por este desporto e por tudo o que este significa e gera. Todos conseguimos ver um jogo de futebol e falar sobre ele, mas nem todos o conseguem entender. 
Curiosamente, apesar de gostar de jogar futebol, eu nunca aguentava jogar os 90 minutos. Não que não tivesse resistência para tal, mas acabava sempre por me aborrecer. E, nessas alturas, olhava de soslaio para o banco, fazia sinal a um colega e lá se procedia à substituição. Sempre gostei do…

Pronto, já posso morrer feliz, que sei que há mais pessoas como eu...

Sobre isto que escrevi. Felizmente, parece que não sou o único a pensar assim.

Ainda me faz alguma confusão...

... quando me tratam por "senhor".

Eu gosto

Gosto deste tempo. Chuva e frio. Não sei porquê. Mas gosto.

Música boa, mas mesmo boa

De cada vez que os The Roots "lançam cá para fora" (como os jornalistas que escrevem sobre música gostam de dizer) um novo álbum eu solto um ligeiro sorriso. É que novo álbum daquela banda é o equivalente a mais de 40 minutos de vida bem empregues. E não há muita coisa em que possamos empregar a nossa vida que valha assim a pena.
Porque o que estes tipos fazem é, praticamente, sempre bom. Boa música para ouvir agora que o Verão se foi. Este "How I got over" é um bom exemplo.

Um gajo irrita-se com tanta idiotice

De cada vez que vejo alguém com uma dessas pulseiras "power balance" só me apetece empurrá-las para que caiam ao chão. 


E aí, dizer-lhes: "Então? E esse equilíbrio?"

#6 - Uma foto por semana (e às vezes mais porque eu não sou muito certo...)

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Eu não gosto de discotecas.

É verdade. Não gosto mesmo. Estupidamente, precisei de uns quantos pares de anos e chegar a esta idade para o perceber. Para ajudar à festa, a grande maioria dos meus amigos parece gostar muito de frequentar discotecas. Mas afinal, porque é que não gosto de discotecas? Bem, há mais do que um motivo agora que parei para pensar nisso. 
Comecemos pelo mais óbvio, a música. A grande maioria das discotecas deixam muito a desejar neste aspecto. Entre a música mais comercial, a que está "na moda", até a coisas verdadeiramente impossíveis de ouvir e dançar, claro.  Cansei-me de ir a esses espaços e ouvir música de que não gosto. Pura e simplesmente, não gosto. Logo, se não aprecio, não irei lá mais. Se em condições normais não ouviria aquelas músicas, porque é que quando me quero divertir ou ouvir música me vou meter numa discoteca?
Depois há a questão do ambiente neste tipo de espaços. Por alguns tempos (semanas?), quando os proprietários se preocuparam em cumprir a lei, foi proibido…

Por quem nos apaixonamos...

É só uma das coisas mais importantes da nossa vida e não temos uma palavra a dizer sobre a mesma...

Para algumas pessoas que eu conheço e que andam muito nervosinhas...

Positive vibes... (this song gives me)

"Let your love grow tall" - Passion Pit

A brincar, a brincar... se dizem as verdades.

Colbert no seu melhor.

Nos últimos tempos andei a ver..

Neste caso é mais, a rever, a 1ª temporada de "True Blood/ Sangue Fresco". Quando foi exibida, não consegui acompanhá-la em condições (séries de qualidade são sempre exibidas depois da meia-noite...), mas agora dá para perceber todas as subtilezas de mais uma obra-prima de Alan Ball. Um tipo ainda torceu o nariz quando leu que o norte-americano ia escrever uma série sobre vampiros, em plena febre vampiresca, mas tendo no currículo "coisas" como "Six Feet Under/ Sete Palmos de Terra" ou o "American Beauty/ Beleza Americana" havia que dar benefício da dúvida. E, sim. Ball correspondeu e de que maneira. O homem pode fazer uma série cuja ideia principal seja formigas mutantes que pretendem controlar o planeta Terra, que de certeza que vai ser bom. E por falar em bom, em "True Blood/ Sangue Fresco" tudo é bom. Muito bom, mesmo. Desde o genérico que abre cada episódio da série (mais extenso que o habitual numa série televisiva e o próprio de…