Disco nights

Este fim-de-semana voltei a uma discoteca. Já lá iam uns bons meses que não fazia algo do género. E esta ida serviu para me relembrar algumas coisas:

- Hoje em dia qualquer um é DJ. Acho que se deviam começar a identificar preferencialmente como “MD”. Não de "Mini Disc", mas de “Mete Discos” que é basicamente o que fazem estes tipos atrás da mesa e dos pratos (aliás, quais pratos?! Leitores de CD! Vinil o quê?). Até o Media Player do meu computador consegue fazer boa figura nos tempos que correm. Não censuro quem “põem som”, mas esses não se assumem como DJ’s. Estão a tocar músicas… melhor, a pôr a tocar músicas para os outros. Isso não é mau. Se tiverem bom gosto claro.

- Não gosto dos "pássaros de balcão" que existem nas discotecas. Quem é que se dá ao trabalho de ir para uma discoteca só para ver os outros?

- Pseudo-seguranças que ficam a deixar muito a desejar no capítulo da simpatia, assim como no da inteligência.

- Discotecas cheias de fumo. Há uma lei que proíbe. Alguém liga a isso? Parece que não.

Acho que, no fundo, valeu pela companhia.

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