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A mostrar mensagens de Novembro, 2008

Devaneios... #2

Há certas combinações de palavras que não parecem fazer sentido. Expressões sem nexo. Mas, combinações que eu gosto de repetir várias vezes porque são diferentes. Nos últimos dias tenho dito umas quantas, mas como a minha memória já foi melhor só me recordo de algumas:
"A temperatura dos livros" ou "o dicionário parado"... não fazem sentido nenhum, mas... gosto!
PS: Acabei de preencher a minha reserva para um quarto no hospital psiquiátrico daqui do sítio...
"Sabia que tu ias fazer os últimos centímetros depois de eu fazer os primeiros mil metros."
Há frases que de tão certeiras quase nos levam ao chão.

Frase do mês

"Para arfar não é preciso orelhas" (Não perguntem porque a frase não é minha e também não a sei explicar)

A vontade...

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... é seguir a placa.


A bebida oficial dos jornalistas!

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Coisas que um gajo solteiro vai descobrindo!

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Não bastasse ter uma máquina de lavar-roupa que tem mais botões que uma mesa de mistura, hoje, deparei-me com aquelas situações com que um gajo solteiro se depara quando entra por “territórios nunca antes explorados”: escolher um amaciador para a roupa.

Pessoa extremamente homofóbicas, mas que gostam de todos os álbuns do George Michael (a solo e nos tempos áureos dos Wham!) vão já dizer que homem que é homem lava a roupa num tanque e com sabão azul. Depois, lá se faz uma concessão e se autoriza a utilização da máquina de lavar roupa com detergente.

Mas pronto, parece-me um crime ter uma máquina de lavar roupa que até emite sons, bips e mais bips, e não a utilizar na sua plenitude.

Assim, lá me decidi a “mimar” a maquineta com um amaciador. Em princípio parecia uma tarefa simples. Amaciador é amaciador… amacia! Ora, o raciocino está certo, mas vai completamente para o galheiro quando me deparo com prateleiras e prateleiras de amaciadores. Desde os de marca branca até aos “de marca” e de …

Working all night long...

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Já lá ia um tempo que não fazia uma noitada a trabalhar. Serviu para me recordar... de que não quero fazer mais nenhuma!

A Lusa hoje está com umas "pérolas"

Brasília, 06 Nov (Lusa) - Uma instrução normativa assinada pelo ministro da Agricultura do Brasil, Reinhold Stephanes, a ensinar como se faz a caipirinha, a bebida brasileira mais conhecida internacionalmente, começa a gerar polémica no país.
Segundo as regras estabelecidas na instrução normativa, publicada na última sexta-feira no Diário Oficial da União, não basta apenas misturar limão, açúcar, cachaça e gelo para fazer a típica bebida brasileira.
A caipirinha prescrita oficialmente é definida como "a bebida preparada por meio de processo tecnológico adequado que assegure a sua apresentação e conservação até o momento do consumo".
As novas regras estabelecem que a caipirinha tenha uma graduação alcoólica de 15 por cento a 36 por cento, se estiver a 20°C.
A adição de água é permitida, desde que se respeite os níveis etílicos determinados.
Já o limão deve render um por cento de sumo com um mínimo de cinco por cento de acidez.
O uso de adoçantes foi abolido da …

"Jornalismo caminha para "feminização" , 80 por cento dos lugares de chefia detidos por homens"

Lisboa, 06 Nov (Lusa) - O jornalismo é uma profissão "cada vez mais feminina", com as mulheres em maioria nas faixas etárias mais jovens e os lugares de chefia ocupados maioritariamente por homens, devido a privilégios de género e critérios de idade.
As conclusões são da investigação que traça pela primeira vez o perfil sociológico dos jornalistas portugueses, realizado por investigadores e jornalistas de referência e liderado Professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), José Rebelo.
"Os homens são muito mais numerosos dos 35 anos para cima e as mulheres são mais numerosas dos 20 aos 35, o que revela uma tendência para a feminização da profissão cada vez mais pronunciada", explicou à Agência Lusa o José Rebelo.
Segundo o Professor do ISCTE, as conclusões "são variadas" uma vez que a investigação "durou mais de três anos" mas entre outros dados, recolhidos através de entrevistas e baseados no número de jo…

Tropic Thunder ou uma das melhores comédias dos últimos...

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G E N I A L… É a única palavra que me ocorre quando saio da sala de cinema onde vi o “Tropic Thunder” (sim, eu sei! O filme já estreou há “milhares” de anos, mas só agora o consegui ver). Mas valeu a pena a espera, e de que maneira!

Quem está à espera de humor “bronco” e “fácil”… também o tem! Sim, existem piadas muito parvas e situações básicas. Mas também existe muito humor inteligente e críticas mordazes ao star system de Hollywood.

Depois há interpretações de se lhe tirar o chapéu. Destaco a de Robert Downey Jr. (o sacana é mesmo grande actor!) e de Tom Cruise. Este último mais pelo facto de fazer um papel que jamais o imaginaria a desempenhar.

Mas o que eu gostei mesmo foi das tiradas do filme! Tiradas geniais, tais como:


"I'm a lead farmer, motherfucker!"

"Now I want you to take a step back... and literally fuck your own face!"

"Cover me, limp dick fuckers! "

"I'm just like a little boy, playin' with his dick when he's nervous."…

Keane

Já consegui arranjar meia hora para escutar o novo álbum dos Keane. Não é das minhas bandas favoritas. Já os vi ao vivo quando actuaram no Queimódromo do Porto. Deve ter sido o concerto que assisti com o público mais heterogéneo: famílias, miúdos do secundário, casais de namorados, quarentões sozinhos, gunas, dreads, betos, tias, estudantes universitários… enfim, havia de tudo.

De qualquer modo, acabou por ser uma noite que não hei-de esquecer. Mas isso… são outras cantigas. O concerto foi agradável. É claro que os temas mais conhecidos foram os que mexeram mais com o público. Público que, como referi umas linhas atrás, era (e é) bastante heterogéneo. E esta é uma característica da música dos Keane. Chegarem a todo os tipos de ouvinte. Não considero isso um elemento a desvalorizar. Bem pelo contrário, há bandas que andam décadas atrás disso e nunca o conseguem.

Apesar de gostar de alguns temas, principalmente os mais “animados” (no sentido de serem mais ritmados, como por exemplo, “Ever…

Surreal...

Ver o prof. Sobrinho Simões, um dos homens mais inteligentes deste país, a falar sobre séries como “Dexter”, “Dr. House”, “Six Feet Under” ou “CSI”, e a assumir-se como fã de algumas delas…
Não é nada de extraordinário, mas é daquelas coisas que nos apanham de surpresa.

Eu já desconfiava, mas agora alguém o escreveu...

Aqui.
Se vos disser "Vai-te foder!" é, de facto, pelo vosso bem.

Porrada, violência, diálogo e um texto comprido com'ó c*r*l*o...

Sinto-me muitas vezes um ser paradoxal. Porquê? Porque não gosto de violência… mas considero-a a melhor solução numa série de situações. É capaz de ser estranho, eu sei. Mas é mesmo assim que penso.

Quando era miúdo era tramado. Era daqueles garotos danados (como dizem por aqui) que andava sempre de um lado para o outro a arranjar confusões. Esfolar joelhos, rasgar roupa, cair do skate ou da bicicleta, roubar coisas dos quintais dos vizinhos e, principalmente, andar à porrada. Com oito, nove, vá lá, 14 anos andar à porrada é, muitas das vezes, a melhor forma de solucionar os nossos problemas. É fácil, só implica algum esforço físico e energia (que é algo que não falta quando somos uns pirralhos), é retemperador e nada como a sensação de vitória (também perdi e apanhei algumas vezes eh eh eh)…

A questão é que vamos crescendo e a hipótese “porrada” para resolver os problemas vai saindo da equação. Com vinte e poucos anos não faz grande sentido andar por aí a partir uns queixos ou a prenda…

O timing certo...

Como tudo nesta vida existe um timing certo para as coisas acontecerem. Se estivermos no sítio certo e na hora certa, é meio caminho andado para tirarmos proveitos da situação.
Ora, não é o caso dos Travis. Sou fã da banda escocesa desde que me caiu nas mãos um mp3 dos mesmos. Gostei logo na primeira audição. Passados uns meses, começou a "rodar" nas rádios nacionais, e em alguns programas de TV como o "Top +" e o extinto "Planeta Rock", que passava na TVI, o single "Why does it always rain on me". Uma música que entrava facilmento no ouvido e que conquistou alguns fãs.
O problema? "Yellow" de uns tais Coldplay também começou a fazer-se ouvir e a ganhar adeptos.
Apesar de gostar muito mais dos Travis, bem como da voz do Fran Healey (e do seu ar de gajo alienado...) os Coldplay "explodiram" e conheceram o sucesso mundial. Não digo que não o mereçam, mas os Travis são melhores :)
Visto então que a banda escocesa faz (quanto a mim…