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A mostrar mensagens de Maio, 2008

P(artido) S(em) D(ono)

Ora bem… e hoje lá conheci essa “personagem” da política nacional, Pedro Santana Lopes. E que dizer dele? (fazendo a análise a cada um dos candidatos como prometi, exceptuando o Patinha Antão)

Bem, é difícil não simpatizar com ele. O homem tem carisma e consegue cativar. De tal modo que tive que ouvir um militante a mandar-me calar para ouvir o discurso do Santana Lopes enquanto eu sussurrava uma conversa com uma colega!

Não é aquela pessoa de quem nos lembraríamos para ajudar num trabalho, mas é aquele gajo porreiro de quem nos lembramos para ir para os copos. Bastou ver o à-vontade com que ficou a conversar com os jornalistas depois de responder às nossas questões e como fez questão de se despedir de todos, um por um. Podem dizer que é graxa, até é capaz de ser. Mas são gestos a que ele não está obrigado, mas que fez questão de cumprir.

Não tão simpática, pelo menos pela amostra que deu é Manuela Ferreira Leite. Tem uma imagem austera e até de antipática. E chegou a sê-lo, quando este…

Português, tá claro bô!

Vigore ou não essa porra "di" Acordo Ortográfico uma coisa tenho a certeza:


Eu vou continuar a falar e a escrever o português que aprendi. O português de Portugal!

"Quanto mais têm, mais querem ter"

“Quanto mais têm, mais querem ter”. Não sei se é um provérbio popular, mas que se aplica claramente a Cristiano Ronaldo não há dúvidas.
Um tipo que nem sabe articular uma resposta em condições, que nasceu com um talento para dar toques na bola e que ganha qualquer coisa como 8 milhões de euro/ano (tipo, mais de 600 mil euros/mês) anda a pressionar o clube (Manchester United) utilizando o interesse de outro clube (Real Madrid) para que lhe renovem o contrato e onde vai surgir o consequente aumento salarial…
É por estas e por outras que defendo a existência de tectos salariais no futebol. Se calhar se não recebessem as fortunas que recebem por mês (há quem trabalhe uma vida para ter uma fortuna) dedicavam-se mais aquilo que realmente interessa: jogar à bola.

Selecção, Viseu, Euro e escroto...

Por falar em jornalistas e jornalismo… a cobertura que os canais de televisão estão a dar ao estágio da Selecção Nacional em Viseu roça, se não ultrapassa mesmo, o ridículo.
Vejamos bem as coisas: aquilo é um estágio, basicamente os “atrasados” (é uma expressão carinhosa) estão lá para ganhar forma física e para treinar. Fora isso, só os coçam! Que tipo de notícias é que se podem fazer a partir daqui? “E hoje, no oitavo dia de estágio da Selecção em Viseu, Nani coçou o escroto direito depois de ter coçado o esquerdo nos últimos sete dias.”
A culpa não será bem dos jornalistas que se vêm obrigados a “encher chouriços” com peças de 7/8 minutos e directos da entrada do hotel a dizerem rigorosamente nada ou a falar com uns “tristes”, que se auto-denominam adeptos da Selecção e que nunca, mas nunca, acrescentam nada sem ser os lugares comuns habituais (“Vamos chegar à final! Vamos ser campeões!”).
Aquilo são portugueses? É que se a resposta for sim, prometo que vou já à primeira embaixada est…

Manuela Moura Guedes

Detesto o “estilo” de Manuela Moura Guedes na apresentação do telejornal da noite da TVI. Pronto, já o disse e é tão simples como isto.
Claro que há quem goste. Se calhar grande parte dos portugueses gosta. E porque gosta? Bem, penso que será precisamente pelo “estilo” diferente que a pivot tem dos restantes colegas das outras estações televisivas. De repente, puxando pela memória, não me recordo de ninguém que se aproxime de Moura Guedes em “estilo” de apresentação.
Pois é precisamente esse “estilo” – agressivo, demasiado vulgar, diria mesmo, demasiado à vontade da jornalista. - que detesto. Tem uma atitude “eu quero, eu posso, eu mando”. Pior que isso, parece, muitas vezes, querer chamar a si o protagonismo na edição do telejornal. Ora, quem deve ser o protagonista é as notícias e não o jornalista. Nós ligamos a televisão para ver as notícias, não para ver o jornalista que as apresenta.
No caso do jornal da TVI esta lógica surge distorcida. As pessoas ligam o televisor para ver a “Mane…

Companhia deste dia chuvoso...

O nome da banda é bem capaz de ser dos mais estranhos que apareceram nos últimos tempos, mas este tema, tal como no título da música, é verdadeiramente épico!

Os candidatos laranja!

Depois de três horas enfiado num auditório a ouvir Manuela Ferreira Leite a falar e falar e falar e falar e falar… acho que ganhei arcaboiço suficiente para me pronunciar sobre os candidatos à liderança do PSD.
Além de Manuela Ferreira Leite, também estive no encontro de Pedro Passos Coelho com os seus mandatários de Bragança.
Podia aproveitar e dizer já o que penso dos dois, mas visto que, no domingo, vou também ao encontro desse animal político, enfant terrible do PSD, Pedro Santana Lopes, vou esperar até lá para, assim, me pronunciar sobre os três.
No entanto, não me sai da cabeça a forma como Ferreira Leite se refere às “piquenas” empresas…

Poder de síntese

Não nutro particular simpatia por qualquer força política. Acho que a dada altura, alguns têm razão, noutra têm os outros.

No entanto, não posso deixar passar esta afirmação de Francisco Louçã, que ouvi ontem na TSF.

"(...) uma geração que ganha 500 euros e é a mais qualificada de sempre do país."

Viva ao poder de síntese...

Constatação

Sinto-me mais inteligente a ver um episódio dos Teletubbies do que a ver o programa da TVI “As Tardes da Júlia”.

Quando a vejo a fazer o programa na TVI só me ocorre uma questão:

“Os funcionários da TVI terão desconto na compra de droga?”

Hating things...

Se eu me autodenominasse por “músico” e compusesse músicas que tivessem um título como “Pequeno T2”, sentir-me-ia na obrigação de espetar um balázio entre os olhos. Além do mais é uma música que apela a que apontemos para as mais baixas expectativas na vida.

Senão, vejamos: apela à aquisição de um “pequeno T2” – é que nem fala num T2 normal, tem que ser um pequeno; e depois porque raio não pode ser um T3 ou até mesmo uma moradia? E quanto ao automóvel, tem que ser um com “tecto de abrir”. E porque não desejar um descapotável?

E já nem falo mais desta música, até porque a imagem de uma arma está transformar-se numa visão surpreendentemente agradável na minha mente.

Drogas!

Ui! E ouvir, este fim-de-semana, o Miguel Portas (irmão do Paulo Portas e eurodeputado pelo Bloco de Esquerda) a admitir publicamente, aos microfones da TSF, que fuma regularmente marijuana?!!
E falar também em colegas, eurodeputados, que fumam regularmente?!!
Bem, de “hipócrita” já não o podem chamar.

I try. I really try!

Life is a piece of shit, when you look at it
Life is a laugh, death is a joke, is true
You see it’s all a show, people laughing as you go
Just remember the last laugh is on you

And…
Always look on the bright side of life

Morte e ressurreição... políticas.

Se há coisa que me fascina na política são as “mortes” e “ressurreições” dos políticos.

É incrível como um politico, a dada altura, comete uma enorme gaffe ou as suas decisões revelam-se um completo fiasco, é afastado da “ribalta” (que tanto pode ser a direcção de um partido ou um cargo governativo como Primeiro-Ministro ou Ministro), “morre” politicamente, cumpre um período sabático (pelo menos um ano ou mais) para depois, timidamente, ir reaparecendo nos diversos palcos (sociais, televisivos, políticos). Muitas vezes regressa com uma áurea de “salvador”. Ou seja, a sua “ressurreição”. Parece que quantos mais anos na vida política (esteja ela cheia de asneiras e exemplos últimos de completa incompetência ou não) maior é o estatuto.

Nem precisam de se revelar maus políticos (haverá isso?), até podem ser profissionais e competentes, mas basta que lhes saia em sorte um daqueles cargos que é sinónimo de sarilho como Ministro da Educação, da Saúde, da Economia ou mesmo Primeiro-Ministro, pa…

Moby - Disco Lies

Ele está de volta. Ainda não ouvi o último álbum, mas gosto deste "Disco Lies"...

A diferença...

... entre quem faz rádio há muitos anos e quem só lá chegou há meses vê-se bem em pequenos pormenores.
Claudia Semedo (de quem eu não gosto de ouvir ao microfone...) está lá há muito pouco tempo. Por isso lá se vão perdoando algumas gaffes. Hoje, foi mais uma. E conta-se em poucas palavras.
No programa "Manhãs da 3" (conduzido pela própria, em vez de José Mariño - caso para dizer, venha o diabo e escolha...), falou em directo de uma ouvinte (disse até o nome completo) que tinha enviado um email a dizer que fazia anos e que gostava muito de ir ao concerto da banda "30 Seconds To Mars", e deu a entender que, como a Antena 3 estava a oferecer bilhetes para o dito concerto, a ouvinte "ganharia" (sem ter que telefonar para a rádio como o restante auditório...). Foi preciso "ir à antena" Jorge Botas, produtor do programa, resolver a trapalhada da "animadora". Disse que se a ouvinte queria um bilhete teria que ligar para lá e que a Antena 3 nã…