Sábado, 7 de Abril de 2012

Corporate Researcher New Business Analyst Media

Adoro, mas adoro mesmo, aquela malta que tem profissões (ou cargos?) com nomes pomposos e em inglês.  Normalmente há lá sempre pelo meio um "corporate", um "business", ou ainda, um "new". A verdade é que muitas vezes nem fico a perceber muito bem o que a pessoa faz e o decoro não me permite que dizer coisas como "Ah, então afinal o que tu és é um comercial, certo?".

Tenho inveja. Também quero um nome desses.

"Rua da Amargura"


Fantástica canção.

"Miúdo"

Se há coisa que me mata é quando uma mulher dispara aquela palavra ali em cima. Miúdo.

Parte-me todo. Não, não sou miúdo. Desde muito cedo (desde miúdo, vá) que sempre que revelei mais maturidade que grande parte dos meus amigos. Talvez até demais. Desde muito cedo que, bem, já não era miúdo. E uma prova disso é precisamente o facto de todos os meus amigos serem mais velhos do que eu. Sempre me dei melhor com gente mais velha. 

Mas parece-me que nada me custa mais do que quando oiço aquela palavra vinda da boca de uma mulher. Miúdo? Wtf? Bem, posso-lhe dar um desconto. Afinal ela não me conhece. E o "miúdo" dela assenta basicamente na diferença etária existente entre nós.

Hum, "miúdo". Nada me bate mais do que isto. Será que ela se sentirá incomodada se eu me despedir com um "Adeus, cota"?

Sexta-feira, 6 de Abril de 2012

Tão má música que se fez nos anos 90...


... mas tão divertida e dançável. Ontem foi noite de regressar aos clássicos da adolescência. Esta foi apenas uma das obrigatórias. Garantidamente vou passar a ir a uma festa destas pelo menos uma vez por mês. 

Cenas porreiras que se vê nestas festas (a chamada "festa do carrinho de choque", não será difícil perceber porquê): malta nos seus trintas e poucos a curtir como o caraças. Não gozes, The Coiso. Daqui a um par de anos vais ser tu ali no meio da pista.

Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

Contas

Como dói pagar contas. A velocidade a que o dinheiro entra na conta é estupidamente diferente à velocidade que sai.

Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Tu vais acabar presa por querer tanta atenção



Nos tempos mortos, ventos fortes fazem mal
E o vão prazer das companhias não traz sal

Tentava ser diferente
A ver se conseguia
A dança que ela queria
Até ao fim do dia

Põe o maço na mesa
Mão na Teresa
E os pés no chão
Tu vais acabar presa por querer tanta atenção

Pretty much this

"Eu faço tudo se acreditar no que faço."

Música portuguesa

É um facto. Oiço muito pouca música portuguesa. 

Correcção: oiço pouca música cantada em português. Porque escuto bandas e músicos portugueses que cantam em inglês. Mas a verdade é que têm aparecido algumas bandas que se exprimem na língua lusa e... guess what? São realmente boas. Falo de projectos como os Capitão Fausto, Salto, Doismileoito, Capitães da Areia, PAUS ou os Pontos Negros. Já nem menciono tipos como B Fachada, Samuel Úria e afins.

O que mais me fascina nestas bandas, mais do que a sua sonoridade, são as letras dos seus temas. Não é nada fácil escrever em português, embora pareça paradoxal tendo em conta que estamos a recorrer à nossa própria língua. Claro que rimar sexta-feira com brincadeira não é propriamente difícil, mas letras bem construídas, com musicalidade não são para qualquer um.

Vem isto a propósito desta música dos Doismileoito, "Quinta-feira" com a qual esbarrei na rádio. Não só é uma música óptima como a letra me fascina. O videoclip alinha pela mesma bitola.

Nunca andar com mulheres extremamente vistosas

Entra-se num café com uma amiga muito bonita e vistosa. Ela senta-se à mesa, eu vou ao balcão pedir. Ao balcão, dizem-me que me posso sentar que vai lá o empregado de mesa ("É para isso que lhe pago, né?" atira-me o dono do lado de lá do balcão). Viro-me para a mesa e constato que, de facto, já lá está o empregado de mesa a produzir doses industriais de baba, enquanto deve fazer um esforço sobre-humano para processar mentalmente o pedido da minha amiga. Sento-me à mesa. Está o caldo entornado. Faço um esforço para conseguir fazer o meu pedido já que a atenção mantém-se quase toda na minha amiga e eu, naquele momento, sou o cabrão filho da puta cheio de sorte que o sorriso amarelo dele me chama. Lá se arrasta para o balcão para fazer o pedido, não sem antes esbarrar numa cadeira.

Estamos à conversa, sentados à mesa, mas sinto aquilo que uma lebre deve sentir quando tem cravado na nuca o olhar predador de uma qualquer ave de rapina. Evidentemente, olho para lá e pimba. Estou a ser assassinado por um olhar matador de um empregado de mesa. Sendo que a verdade é que não somos namorados, logo não reproduzimos comportamentos de namorados. O falcão do empregado de mesa faz jus à inteligência características dessas aves e topou esse facto. Não é namorado.

Aterra na mesa com os pedidos e olhar predador, mas desta vez com a minha amiga como presa. Bem, whateva, já estou habituado a situações deste género, por isso concentrei-me no meu lanche... que não era o que eu tinha pedido. Vários "Olhe, se faz favor!" falhados depois, lá me levantei e fui até ao balcão com o pedido. "Oiça, devia pagar melhor ao seu funcionário!". De lá, vem o esperado "Atão porquê?". "A ver se se concentra em fazer aquilo para que lhe paga. Agora dê-me lá a porcaria do croissant e do galão!".

A pouco e pouco lá vou curando o meu trauma com o cinema francês.


Recomenda-se.

Terça-feira, 3 de Abril de 2012

Not that gay I suppose.

Há ali qualquer coisa nos homossexuais que não bate certo. Não, não me refiro ao óbvio. Isso seria estúpido. Falo sim no à-vontade com que estão com as mulheres e por à-vontade refiro-me à forma como as agarram, abraçam, apalpam, beijam, dão as mãos, fazem carícias and so on. Quase parece que estão a gostar daquilo... como um heterossexual gostaria.
Se o interesse deles são os homens, porque é que estão sempre com as mãos em cima das mulheres?

Eu? Viciado em zombies?


Alguma vez?

DJ que se preze tem isto no alinhamento.

Como é que um homem não se há-de apaixonar pelas mulheres do Porto?

‎"Tu estás com sono ou essa é a tua cara normal?" 

Desarmou-me completamente.

Têm um dos nomes mais idiotas de sempre.

Mas depois soam assim.

Parece que houve um tal de Deus que ao domingo descansou.

Eu fodi-me que tive que trabalhar.


Tivesse eu 15 anos...

... e com prendas destas chegaria virgem aos 21. 


Assim, os meus amigos apenas asseguram que me manterei solteiro por mais uns bons anos.

Então lá parece que só faltam dois para os trinta.

Foi sem dúvida o aniversário mais improvável que tive até hoje. 

Passar o dia inteiro a fotografar, a levar com o sol na moleirinha e com uma espectacular piscina a dizer "olá!" ali mesmo ao lado.

Depois, à noite, jantar com centenas de pessoas. Actores, realizadores, técnicos, a malta que manda (leia-se administradores), a malta do dinheiro e mais pessoal que não conheço de lado nenhum a cantar-me os parabéns, apanhando-me completamente desprevenido ao balcão com dois finos na mão (bar aberto, bitches) e todos a cantarem-me os parabéns. E, prontos, assim se encerrou mais um projecto e se celebrou mais um ano de vida. Foi bom, foi mesmo muito bom.

Em compensação, no fim-de-semana seguinte, faltei aquele que poderá ter sido o jantar mais importante a nível profissional nos próximos tempos. Só para verem quem já não é menino.

Para o dia ter sido perfeito, só faltava ter havido um pouco mais de confraternização com a loira de olhos claros do soft sponsoring. Estivesse um pouco mais sóbrio e recordar-me-ia agora do nome dela.

Quarta-feira, 21 de Março de 2012

Não consigo ficar maldisposto ao som disto.

Na categoria "Casava-me já com esta mulher, onde é que estão os papéis e onde é que tenho que assinar?"

A coisa 'tá grave...

The Walking Dead terminou.
Homeland terminou.
Game of Thrones terminou.
Portlandia terminou.


Californication não deve demorar a terminar.
How I met your mother não deve demorar a terminar.
Parks and Recreation não deve demorar a terminar.


Em contrapartida,


Modern Family está no ar.
Key and Peele está no ar.


Community regressou.


Há aqui um certo desequilíbrio preocupante. 

Porco-espinho e betos

Eu até consigo suportar bêbedos.
Eu até consigo suportar (alguns) bêbedos chatos.
Eu não consigo suportar betos bêbedos chatos.

Há ali uma combinação qualquer entre o pullover, a camisa branca por baixo e o sapato de vela que me causa mais dor e perturbação que ver dois porcos-espinhos a fazer o amor.



Porco-espinho a preparar-se para fazer o amor.

Domingo, 18 de Março de 2012

Me wants this so bad.


"Ridley Scott, director of 'Alien' and 'Blade Runner,' returns to the genre he helped define."

Bolas, a malta do marketing em Hollywood não brinca.